Enfim, entrego-me a este blog em dois mil e dez e para que não caiam no ostracismo, publico minhas últimas quimeras rascunhadas em dois mil e nove.
01/05/09
Casa agora cheia, os cantos antes esquecidos estão ocupados de passos, olhos e sentidos, ecos vindos dos inóspitos quartos se fundiram com os sorrisos espontâneos da criança, cheiro de feijão novo e comida quente, amor em tudo. E vive-se assim na vida nova, entre crianças, feijões e amor gratuito...
25/11/09
Poutz, o blog ficou velho e eu nada...nada mesmo que esse ano nem uma cachoeira despistada. Eis pois a ressurreição do anônimo; cansado, apanhado, com promessas incautas para as próximas estações. E assim se tem a vida, prometendo-se não morrer na entediante espera da 'indesejada das gentes'...